Vem aí o 9º Salão de Artes Visuais CCFA de Niterói!
A Aliança Francesa de Niterói e o Instituto Cultural Germânico têm o prazer de anunciar o 9º Salão de Artes Visuais CCFA, um concurso que celebra e valoriza a produção artística!
Este ano, artistas de todo o estado do Rio de Janeiro poderão se inscrever para participar dessa mostra que ocupa dois importantes espaços culturais de Niterói: a Galeria da Aliança Francesa e a Galeria ICG. Cada artista selecionado terá duas obras expostas simultaneamente — uma em cada galeria.
Ao final do Concurso, dois artistas serão premiados com a oportunidade de realizar uma exposição individual em uma das instituições organizadoras em 2026!
Os artistas selecionados para o 9º Salão de Artes Visuais CCFA

ALEXANDRE ALVES
Sou professor de artes visuais, atuo em duas escolas particulares e sou responsável pelo curso.desenhoearte , ensino em meu curso as técnicas: desenho em grafite realismo, caricaturas, hachuras realista, pirografia, pinturas em acrílica e aquarela. no momento venho desenvolvendo estudos de técnicas por meio da arte café, base nas técnicas de aquarelas, venho pintando várias obras com café e tem sido tão gratificante que criei e organizei um curso somente com essa técnica e assim que acontecer tais exposições irei fomentar a Arte Café em minhas redes sociais, pôs quero agregar outros valores nas pessoas que amam e se interessam. Fui convidado recentemente para expor uma obra com a técnica de café, uma pintura medindo 1,10 x 77cm cujo o nome A BANDA é uma retratação sobre ano 1956 representando o dia da inauguração do teatro Artur Azevedo e é nesse teatro que acontecerá a exposição. Mas, para participar da 9º Salão de Artes Visuais CCFA pinturas duas obras exclusivas, foi pintada também com café.
Sou artista que participo de pleinAir, competições e gincanas de pinturas. Se tratando de gincanas lembrei que ja participei de 3 gincanas organizadas pela Marinha do Rio de Janeiro. Participei da ultima gincana e que ainda irá acontecer a inauguração da exposição no Museu na Fortaleza de São José, ilha das Cobras, dia 17 de junho.
ARTE CAFÉ
Minhas obras são feitas somente com café, nelas pintei um vilarejo retratando o cotidiano das pessoas da época. Uma das obras mostra um lugar sociável e agradável. A outra obra de mostra um pequeno lugar do interior, que remete paz de um lugar pacato.
ALEX CARVALHO
Iniciei minha carreira em 2017, pintando pequenas telas por hobbie, algumas pessoas começaram a se interessar em comprar minhas telas e isso me motivou a me aprofundar no mundo artístico, o tema que eu mais gosto de pintar é paisagens, mas também gosto muito de pintar animais.
FAUNA BRASILEIRA
O Brasil é rico na sua fauna, e eu escolhi como temática para esse evento dois animais que representam muito bem essa fauna pelas suas características, beleza e importância para o nosso país, a arara vermelha e a onça pintada, creio que a nossa fauna nesse evento estará muito bem representada por essas duas belezas admiradas no mundo todo.
ARTENCIO
Desde menino, sempre fui movido pelo olhar. Observava tudo à minha volta e desenhava o que me chamava a atenção — muitas vezes, também pintava. Enquanto outras crianças se divertiam com brincadeiras, eu mergulhava no universo do desenho, que se tornou, desde cedo, uma atividade essencial para mim.
Nasci em Marília (SP), em 1950, e naquela época não havia escolas voltadas ao ensino das artes visuais. Mesmo assim, aos 12 anos, iniciei minha trajetória profissional trabalhando com um arquiteto amigo da família, paralelamente aos estudos no colégio.
Em 1970, mudei-me para o Rio de Janeiro para estudar arquitetura e, aos poucos, fui me envolvendo com trabalhos alinhados aos meus interesses. Foi nessa época que descobri o paisagismo, atuando em projetos de recuperação ambiental de grandes barragens, justamente quando surgia uma consciência mais ampla sobre o meio ambiente no Brasil.
Enquanto desenhava no trabalho, continuava pintando em casa. Essa dedicação me levou, nos anos 1980, a participar de salões coletivos de pintura, promovidos pela Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria Regional de Marília. Em 1985, buscando aprimorar minha técnica, trabalhei em um estúdio de ilustração hiper-realista voltado ao mercado publicitário, onde produzi trabalhos de grande repercussão.
Na década de 1990, iniciei uma longa colaboração com o paisagista Fernando Chacel, com quem trabalhei por mais de 20 anos, desenvolvendo apresentações de seus projetos para jardins particulares e parques públicos em diversas regiões do Brasil. A convite de Chacel, lecionei desenho técnico e artístico de 2003 a 2005, no Curso de Paisagismo da Escola de Design da Universidade Veiga de Almeida (RJ).
Desde 2010, venho atuando em projetos próprios de paisagismo, mas é à pintura que tenho dedicado com intensidade o meu tempo e o meu olhar. Considero que todas as atividades profissionais que trilhei foram desdobramentos naturais daquele impulso de infância — o de ver, sentir e transformar a minha vida através da arte.
FLORES
O exercício de pintura de flores me faz muito bem e, de modo geral, é o que me atrai nessa atividade. A cada trabalho descubro novos detalhes no caminho percorrido, o de procurar e entender o abstrato no figurativismo.
GIL FIGUEIREDO
Sou um apaixonado pela Arte. Desenho desde criança e comecei a pintar no início da minha vida adulta. Participei de algumas exposições coletivas e fiz parte da Associação Fluminense de Belas Artes. Embora exerça outra função a nível profissional a Arte sempre virá em 1º lugar.
SIGNIFICÂNCIA DAS CORES
Cores determinando as formas: Abstração e Expressionismo, onde são as cores que definem as formas. Elas são as protagonistas das obras, captando a essência das formas exteriores, interpretando-as e traduzindo os sentimentos de seu criador, onde o espectador sente-se livre para contemplar e sentir. Neste sentido, as formas são coadjuvantes em relação às cores.
JOÃO SAN
Nasci em 1970, na cidade de Niterói, no litoral do Rio de Janeiro, Brasil. Desde jovem, demonstrei uma profunda paixão pelas artes visuais, que se consolidou durante minha formação no Instituto de Arte e Comunicação Social (IACS) da UFF, em 1988. Fui monitor do laboratório fotográfico da universidade por quase dois anos — período em que a experiência de revelar manualmente fotografias no quarto escuro me inspirou a adotar uma visão holística sobre tempo e espaço.
Sempre estive envolvido com a criação. Trabalhei como diretor de arte e criação em importantes agências de publicidade. Em 2014, após me graduar pelo New York Institute of Photography, iniciei um novo ciclo na minha carreira, caracterizado pela realização de trabalhos desvinculados de um briefing. Acostumado a trabalhar em equipe, passei também a atuar sozinho, elegendo meus próprios temas e desenvolvendo-os da maneira que me parece mais apropriada.
Como afirmou o curador e crítico de arte Enock Sacramento, minha produção se caracteriza pela originalidade e apuro técnico.
Destaco em minha trajetória a exposição individual na Galeria Reserva Cultural, parte do complexo arquitetônico projetado por Oscar Niemeyer em Niterói, além de participações em coletivas realizadas no Brasil, França, EUA, Itália e Japão.
Fui vencedor de prêmios como o Sony World Photography Awards, em 2017, quando a série JAN-KEN-PON (2015) ficou entre os “Top Ten” na categoria foto conceitual. Esse reconhecimento me levou a participar da prestigiada Sony World Photography Awards & Martin Parr – 2017 Exhibition, na Somerset House, em Londres. Em 2016, durante a exposição coletiva Open Art Code, fui premiado como o melhor artista estrangeiro pelo Tokyo Metropolitan Art Museum.
O QUE TENHO NA MÃO
A série “O que tenho na mão” explora, através de composições visuais intensas e simbólicas, as tensões entre capacidade, limite e fragilidade nas experiências humanas. A série propõe uma reflexão sobre o que sustentamos, seja material ou simbolicamente, ao longo da vida.
Cada obra utiliza mãos como metáfora central para abordar questões como ambição, emoção e resiliência em um mundo marcado pela sobrecarga e desconexão. A textura desgastada e as formas imperfeitas dos objetos remetem à argila, enfatizando a precariedade e o aspecto efêmero das condições humanas. A paleta monocromática e o contraste fotográfico destacam a dramaticidade das cenas.
Com diálogos entre resistência e fragilidade, as obras de “O que tenho na mão” convidam o público a confrontar seus próprios limites, escolhas e a inevitável transitoriedade de tudo o que carregam.
MARIN
Sóu artista plástico, pintor a mais de 15 anos , designer, e muealista morando no Rio de janeiro a 6 anos , meu trabalho é um mix de estilos, com no Interesse na desconstrução das formas, o surrealismo e a colagem
RIO FLUTUANTE
Rio Flutuante é uma série de três pinturas que exploram, com delicadeza e um toque de surrealismo, a paisagem cultural e emocional do Rio de Janeiro. Cada obra apresenta uma composição única, combinando elementos icônicos da cidade com símbolos do cotidiano carioca, criando cenas que transitam entre o real e o imaginário.
A primeira pintura retrata um morro de favela com o Pão de Açúcar ao fundo, sob um céu vibrante de pôr do sol. Em destaque, um copo de cerveja flutua sobre a cena, derramando seu conteúdo como um gesto simbólico de celebração e efemeridade.
A segunda obra representa o Morro Dois Irmãos fundido às tendas dos bailes funk, com pipas e uma palmeira no primeiro plano. O cenário é iluminado por mais um céu de entardecer, evocando a energia e a resistência das manifestações culturais das favelas cariocas.
Na terceira pintura, o foco se desloca para o centro da cidade. A composição reúne o prédio da Central do Brasil, o Morro da Providência, o bondinho e um copo de Guaravita estampado com a palavra “Gentileza” — referência ao icônico Profeta Gentileza. O fundo, novamente marcado por um pôr do sol, envolve a cena em um clima nostálgico e contemplativo.
A série propõe uma leitura sensível e simbólica do Rio, revelando suas contradições, afetos e belezas. Cada obra é um fragmento flutuante da cidade, onde o cotidiano se mistura ao sonho, e a arte convida o espectador a refletir sobre o que é, de fato, “ser carioca”.
PEDRO SUTTER
Fotógrafo desde 1985, focado em personagens, fotografia documental, de rua e infravermelho. Exposições: Coletiva Fogo, Ateliê Oriente, com Crepitar – Tiradentes, 2025.
Amazônia Viva, 2020 (várias cidades).
Feira Oriente, Rio, 2019 – tríptico Tempos do Jenipapo.
Ministério Público, SP, 2019.
Feira Oriente, Rio, e Galeria Flory Menezes, Búzios, 2018.
Editor do fotozine #eçá, coletivo @imageticos, (https://issuu.com/imageticos/); Lei Aldir Blanc 2021.
Ensaio na revista Dodho (https://www.dodho.com/living-in- peace-by-pedro-sutter/), 2018.
Pós em Fotografia & Imagem (UCAM/IUPERJ, 2019).
Exposição no PNUD/Moçambique, 1995 (série Maria Capulana).
Estudou Fotografia na School voor Fotografie, Haia, Holanda (1985-6).
JARDIM DO ÉTER
Ensaio em infravermelho digital, executado no isolamento durante a pandemia em 2020. O jardim revelou ter um tempo, ritmo e identidade próprios, como os “borboletos” – machos territoriais da família Hesperiidae, cada um dependurado de forma invertida em sua folha exclusiva; formas fixas remetendo movimento, ou folhas flutuando no ar, entre outras imagens escondidas no Jardim do Éter, dentro da trivialidade de um jardim do cotidiano.
REGINA LIMA
Sou Professora Doutora em Literatura Comparada pela UFF e trabalho na empresa Colégio Pedro II. Cultura popular e religiões de matriz africana são temas de meu interesse, já tendo feito exposições sobre estes temas com os nomes de Brincantes e Orí. As duas exposições passaram pelos espaços Unilasalle, ICG e Biblioteca Parque de Niterói e foram visitadas por público em geral e estudantes de escolas públicas. Minha tese de Doutorado, intitulada “Da escrita à oralidade na encantaria do Terreiro da Turquia” foi lançada como livro em 2018. No meu trabalho procuro tratar as questões étnico raciais, buscando trazer a consciência sobre racismo e outros preconceitos. Penso em candidatar-me ao Pós Doutorado para dar continuidade aos meus estudos sobre a encantaria maranhense.
“O FEMININO NAS LÂMINAS DO TAROT”.
As obras se referem a duas imagens de cartas de Tarot, especificamente as da Sacerdotisa e da Imperatriz. A primeira foi inspirada na orixá Oxum e a segunda na orixá Oyá. A intensão é repensar os arquétipos do oráculo com representações de figuras vinculadas ao imaginário dos cultos de matriz africana e que são presentes no contexto da religiosidade popular brasileira. Símbolos e cores, tanto das orixás escolhidas quanto das personagens tradicionais do Tarot, se comunicam e se assemelham, mantendo a simbologia das lâminas em sua essência.
VERÔNICA VALENTE
Sou artista plástica e professora de desenho e pintura artística em Niterói. Atuo em meu atelier de desenho desde 2019 ensinando e produzindo arte. Participo de editais culturais da prefeitura como de cultura Geek e mais recentemente tive uma obra prima minha selecionada como ativo cultural da cidade. Faço oficinas e workshops em bibliotecas públicas da nossa cidade sempre trabalhando pela valorização dos artistas da zona norte de Niterói. Casada e com um filho que também é um artista nato.
LITORAL EM MEMÓRIAS
As pinturas que selecionei foram feitas em épocas diferentes, mas o tema do mar sempre aparece bastante, porque ele me traz uma sensação de calma e paz. Além disso, o mar também representa desafios e superação.
Sobre o CCFA
O Centro de Cultura França Alemanha (CCFA), inaugurado em maio de 2006 em Niterói, é o sétimo de seu gênero no mundo e o primeiro no Brasil. Estabelecidas em 1963 pelo Tratado do Eliseu, as relações franco-alemãs foram fortalecidas pelo Tratado de Aachen. Assinado em 22 de janeiro de 2019, o novo tratado de cooperação e integração franco-alemão reflete a vontade política dos dois países de ampliar o escopo de sua cooperação e aproximar suas sociedades civis. O objetivo principal da implantação deste centro é o de promover uma relação harmoniosa entre seus membros e o país e a comunidade que os acolhe, como é o caso de Niterói, favorecendo uma valiosa troca cultural entre seus cidadãos e fortalecendo, assim, o sentido humanitário e social desta empreitada, estreitando ainda mais os laços de amizade entre o Brasil, a França e a Alemanha.
Conheça mais sobre os realizadores:
Instituto Cultural Germânico: https://galeriaicg.blogspot.com
Aliança Francesa de Niterói: https://www.aliancafrancesa.niteroi.br/